Pular para o conteúdo principal

Homem com problemas mentais agride a mãe e esfaqueia o irmão

Caso aconteceu no bairro de Boracéia e a família preocupada com a situação pede ajuda da Secretaria de Saúde de Bertioga


Família leva agressor ao hospital que é medica e libera  

Um caso ocorrido no bairro de Boracéia, em Bertioga - no Litoral de São Paulo -, nesta quinta-feira (7) deu conta de que um homem com distúrbios mentais agrediu a mãe e esfaqueou o próprio.


A família conta ainda que o parente ameaça os moradores do bairro quando sai às ruas.  De acordo com a família, a área de saúde de Bertioga é ciente da situação, pois já atendeu o homem em outras ocasiões. 


No entanto, os familiares entendem que vem sendo um atendimento paliativo (internação e rápida liberação). A família defende um tratamento efetivo, e teme uma tragédia mais grave caso não seja atendida. 


A reportagem ouviu a Secretaria de Saúde de Bertioga sobre o tema, e o órgão respondeu que. “A Secretaria reforça que a família é assistida e acompanhada no CAPS e estão com suas consultas e encaminhamentos todos de acordo com os Planos Terapêuticos Singulares, de cada um.


Quanto às medicações, tanto as injetáveis e via oral também estão em dia. A genitora sempre que chamada nos atende de pronto (sic), e quando necessita de atendimento, procura a Secretaria”.




Reportagem datada de 08/12/23



/



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Discussão seguida de agressão no Hospital de Bertioga vira caso de polícia

CONFUSÃO Diarista vive horas de tensão e medo e o caso vai parar na delegacia que "é" um dos itinerários das pessoas que passam pelo hospital da cidade; o outro é o cemitério  Por Aristides Barros   Zona de conflitos   Ao levar sua mãe, Márcia dos Santos Mesquita de Alcantara, 59 anos, no Hospital de Bertioga, a  diarista Gisele Mesquita Faustino, 32 anos, sofreu algo idêntico ao enfrentado por outras pessoas que buscaram atendimento no local. Todas viveram situações que não deveriam acontecer num equipamento público destinado a cuidar de pessoas enfermas e ao trabalho de salvar vidas.  Por não aceitar a alta médica da mãe que saiu do hospital do jeito que entrou, ainda sentindo fortes dores no peito houve uma discussão que envolveu funcionários da unidade de saúde e a diarista. O embate gerou agressões verbais e fisicas.   Ela acusou J.T.R, que é uma das funcionárias do local, de tê-la agredido. “Me deu um tapa no braço e esperou que eu reagisse” , contou ...

Sequência de despejos no “coração” de Bertioga é comparada a higienização social

Reintegração “imita” a política xenófoba dos países que expulsam imigrantes; na cidade litorânea os alvos são os pobres da Vila Tupi    Por Aristides Barros PM e oficial de justiça avisa o morador do despejo A Vila Tupi, no Centro de Bertioga, foi regularizada via processo fundiário que a princípio seria para beneficiar os moradores. A localidade foi reconhecida como área de interesse social e o plano regularizador era para o bem das famílias que vivem há décadas no local. Mas, várias delas  já foram descartadas do plano. Devido a ação atingir um grande número de famílias sem muitos recursos que moram no local fincado na área central da cidade muitos olhares veem o caso como um expurgo da população pobre da zona nobre de Bertioga. “É uma limpeza social”, afirmam e tom crítico à ação. Uma ação de reintegração de posse, com processo já transitado em julgado, prevê retirar cerca de 150 famílias da Vila Tupi e dezenas já foram despejadas. As que ainda estão em suas ca...

Uma perda e a vida ganhou outro rumo; o ativismo social e a liderança de uma comunidade de pescadores

    REPORTAGEM ESPECIAL   Após a morte da filha a mãe se recolheu dentro de si e aconteceu um parto ao avesso, nasceu a ativista, que logo ao chegar saiu à procura de justiça, que é difícil achar quando o responsável pelo caos vive uma cumplicidade sórdida ao lado, junto e dentro do poder  Por Aristides Barros Mislane: defesa da causa dos pescadores A pescadora Mislane Valentim, 34 anos, perdeu sua filha caçula Thayná, de 5 anos, cuja morte teria sido por negligência no atendimento do Hospital de Bertioga, no Litoral de SP. O caso é acompanhado pela Justiça e por um advogado da Região Nordeste do país.  O serviço no hospital é terceirizado, e ele é gerido por uma Organização Social de Saúde (OSS) contratada pela administração municipal, poucos profissionais forenses da cidade “batem de frente” com a prefeitura.  Terminado o período de luto, a mãe foi em busca por justiça para a filha. Tateando o seu objetivo de um lado a outro falou com advogados, e em meio...