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Moradores fazem duras críticas contra a área de saúde de Bertioga

 

INDEFENSÁVEL


O povo fala o que sofre nas redes e aliados tentam defender o governo enfraquecido por denúncias que abalam o setor


Por Aristides Barros



Idoso - Foi longe para tratamento

A escalada da crise na área de saúde pública de Bertioga aumenta devido a onda de críticas e denúncias ao setor que atingem a Secretaria de Saúde, Fabiana Paviani e também Camila Fernandes Borin, que foi indicada para o cargo de diretora clínica da Unidade Bertioguense de Especialidades Médicas (UNIBEM), que pertence a rede municipal de saúde. 


O caso envolvendo ambas as médicas está sendo apurado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). A secretária de Saúde foi surpreendida trabalhando numa unidade de saúde de Guarujá. Ao ser perguntada se o trabalho no município vizinho não prejudica sua atividade à frente da pasta da saúde de Bertioga, Fabiana deixou a entender que não encontra problema para atuar nas duas cidades. 


Sobre a área de saúde de Guarujá, governada por Farid Madi, a reportagem não tem nenhuma informação. Já em Bertioga, comandada pelo prefeito Marcelo Vilares (União), o setor avoluma tantas reclamações que até podem levar a saúde pública a um enfarte, dizem os críticos mais ácidos.      


Mal refeita do primeiro episódio, a área de saúde levou nova pancada ao vir à tona de que a indicada a diretora clínica da Unibem não estaria aparecendo no local de trabalho. Foi descoberto que a médica Camila Fernandes atua profissionalmente em municípios do Paraná. 


Diferente de Fabiana Paviani, que não teria problemas para atuar em Guarujá e em Bertioga, a diretora clínica da UNIBEM, Camila teria dificuldades quilométricas de se deslocar da Região Sul do Brasil para cumprir horário e carga de trabalho em Bertioga. Ela é médica e sabe que para manter em boas condições a saúde física e mental é preciso, quando possível, evitar longos esforços.


Função dupla e golpe duplo


Mal refeita do primeiro episódio, a área de saúde levou nova pancada ao vir à tona que a indicada como diretora clínica da Unibem não estaria aparendo no local de trabalho. Foi descoberto que a médica Camila Fernandes Borin atua profissionalmente em municípios do Paraná. 


Diferente de Fabiana Paviani, que não teria problemas para atuar em Guarujá e Bertioga, a diretora clínica da UNIBEM, Camila Fernandes teria dificuldades quilométricas de se deslocar da Região Sul do Brasil para cumprir horário e carga de trabalho em Bertioga.


Uma vez sendo médica, ela sabe que para manter a saude em boas condições física e mental é preciso, quando possível, evitar longos esforços.


Num movimento oposto ao de profissionais de saúde que “saem” de longe para trabalhar em Bertioga, os bertioguenses vão para longe em busca de tratamento médico, e a cidade conta com o hospital novo e o hospital “antigo”.

Veja o vídeo com os relatos do aposentado Lauro Lopes de Lima, 75 anos, o Mandela, morador no bairro de Boraceia, em Bertioga, e encontrado em frente ao Hospital Regional de Caraguatatuba.


Aliados tentam defender o governo e são combatidos


Hospital novo foi inaugurado e reinaugurado

Um grupo de pessoas aliadas do governo municipal “faz as vezes” de advogado da administração e tenta defendê-la de situações que estão sendo apuradas pelo Ministério Público.


Os profissionais do órgão legalista talvez não se incomodem em ver o campo do Direito invadido pelos “doutores" formados nas plataformas digitais, fizeram o caminho certo nas universidades e faculdades para exercerem o ofício forense.


Já na guerra das redes sociais o povo ganha a batalha das narrativas e tem as menores baixas na lista de “mortos e feridos”. A vitória é porque ele sente na pele os dramas, dores e perdas que sofreu, e sofre, devido a maneira que é “tratado” no serviço extremamente importante, mas que é realizado de forma danosa para grande parte da população bertioguense. No vídeo a moradora Gorete Barros dispara o verbo contra os defensores do indefensável 



 

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